Antifraude e 3DS são ferramentas diferentes, mas podem trabalhar juntas para aumentar a segurança dos pagamentos com cartão. O 3DS tem como objetivo autenticar o comprador. Ele verifica, por meio do banco emissor e da bandeira, se a pessoa que está realizando a compra é realmente a titular do cartão. Essa autenticação pode acontecer de forma silenciosa ou exigir uma validação adicional do comprador. Já o Antifraude analisa o risco da transação. Para isso, pode considerar informações relacionadas à compra, ao cliente, ao dispositivo e ao comportamento da transação. A partir dessa análise, a operação pode ser classificada de acordo com o risco identificado. 3DS: verifica se o comprador é realmente o titular do cartão. Antifraude: verifica se a transação apresenta características de uma possível fraude.
As duas soluções podem ser utilizadas em conjunto. Nesse cenário, o 3DS adiciona uma camada de autenticação, enquanto o Antifraude realiza a análise de risco da operação. Uma autenticação 3DS aprovada não significa, por si só, que a transação será aprovada. A autenticação e a autorização são etapas diferentes. Da mesma forma, uma análise antifraude não substitui a autenticação 3DS. O uso conjunto das duas ferramentas permite combinar autenticação do comprador com análise de risco, criando uma camada adicional de proteção para as transações. É importante também entender que o resultado do 3DS e o resultado do Antifraude podem ser tratados de maneira diferente, dependendo do fluxo configurado para a transação. Em determinados cenários, uma transação autenticada pelo 3DS pode não ser submetida à análise antifraude.